As well as a sight seeing the Net Seeing blog will look for answers through social network metaphor.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Crawling content - I #in
Os grafos acima são resultantes do mesmo tipo de consulta. No caso da WEB 1.0 o crawler da VOSON foi programado para buscar páginas da WWW que continham "I Haven't Read This Book, but...", a rede era demasiadamente grande (40K vértices), então acabei por limitar em 3 páginas da Amazon nos EUA, no Canadá e no Reino Unido. O que trouxe uma sub rede Amazon com 1.5K vértices ligados a Amazon. Já no caso da WEB 2.0 optei por realiza o mesmo procedimento, agora o crawler do NODEXL para Twitter foi programado para buscar posts do Twitter que continham "I Haven't Read This Book, but...", a rede era formada por cerca de 800 vértices (perfis do Twitter). Fora a distinção no conteúdo dos Tweets contra os testemunhos na Amazon, podemos apontar um distinção na topologia das redes. A rede WEB 1.0 é hierárquica, no Twitter é anárquica. Quando se trata da propagação de uma MEME (Buzz word).
Porém, quando pegamos um perfil e analisamos sua rede de "replies to" e "mentions" o que podemos ver? Fizemos isso o perfil indicado abaixo em até dois graus de separação e limitado a 100 pessoas. É aquele no indicado pela seta vermelha indiscreta.
Resultou no seguinte grafo - "replies to" e "mentions":
A rede muda de topologia, e veja onde está nosso perfil em análise. É o cara com laços em vermelho. Agora vemos uma outra rede, com nós não coincidentes aos do grafo anterior. Ainda com uma estrutura anárquica, porém com maior conexidade - maior número de ligação entre os perfis. Vejam a posição de nosso perfil (o cara com laços em vermelho), é periférica.
Uma rede "replies to" e "mentions" para "I Haven't Read This Book, but...", somente se racionalizou através uma estrutura hierárquica formada pelas páginas da Amazon Books e talvez por serem uma arena onde há impessoalidade. Bom tema para estudos futuros.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Anatomy of BUZZ - Capítulo 02 #in
O segundo capítulo de Emanuel Rosen - The Anatomy of Buzz, é intitulado "I Haven't Read This Book, but ...". Não se trata da leitura deste livro, mas de qualquer livro. O capítulo trata da opinião que NÃO é baseada na experiência, mas baseada em pistas. Todos sabemos que tudo o que se escreve na internet fica lá guardado e exposto a qualquer busca realizada no Google, Yahoo!, Bing etc.
Muito bem, o autor inicia falando de seu interesse por um tema e sua busca por mais livros a respeito deste tema. Algo trivial para quem é pesquisador. Porém, o autor encontrou um livro que parecia ter chamado sua atenção e logo foi analisar a opinião dos leitores. Encontrou a revisão de uma pessoa que afirmava não ter lido o livro, porém classificava o livro como 3 estrelas (em 5). Sua pergunta foi: "But a 3 star review from someone who hasn't even read your book?"
Não existem muitos dados a respeito, então eu, o autor deste Blog, decidi pesquisar qual a extensão desta rede e qual sua visibilidade e popularidade. Enfim, cheguei aos seguintes números, após realizar um Crowler do argumento em inglês "I Haven't Read This Book, But", aproximadamente 40K vértices (páginas da WWW) mencionam ou contém um hyperlink para o conteúdo semelhante ao argumento consultado acima. Destes, 1.5K vértices estão no EUA, Canadá e UK nas páginas da Amazon Books. Em particular a Amazon.UK refere-se a página de UM livro denominado "Who's Afraid of Jane Austen?: How to Really Talk About Books You Haven't Read". Trata-se de uma sub-rede, a rede completa é impossível de ser analisada em meu computador, mas podemos ter uma boa amostra em como facilmente podemos escorregar para uma página que contenha revisões de pessoas que não leram o livro - ver o grafo abaixo.
O grafo acima não contém apenas revisões sem leitura, elas estão misturadas ao conteúdo das revisões. Mas o que interessa é que há um universo de revisões categorizáveis como positivas e negativas - goodmouth or badmouth como Emanuel Rosen as classifica.
Noutra perspectiva, fui ao encalço do mesmo argumento, porém agora no Twitter. Uma ferramenta de internet diferente das páginas da WWW. E cujo efeito é de curto prazo, os posts permanecem na internet pra sempre (como tudo da WWW), mas trata-se de um mensagem curta - 140 caracteres no máximo. Podemos ver o grafo desta rede abaixo.
Foram encontrados 784 vértices (perfis do Twitter) - dos meses de 10 de outubro a 11 de dezembro - com cerca de 144 "mentions" de algum seguidor. Olhando o conteúdo dos posts, pude observar que a tensão não está na opinião sobre algo não lido, a tensão está em sobre não ter lido ainda. Não li todos os tweets, apenas uma amostra aleatória de aproximadamente 10%. Mas ficou claro que se trata de dois universos diferentes. No primeiro os vértices são portais e no segundo os vértices são pessoas. São redes paralelas. No primeiro são buracos onde vc pode cair e acaba por contemplar um conteúdo numa relação indireta com outros usuários. No segundo a relação é pessoa-a-pessoa. Na amostra lida não houve nenhum caso de "badmouth". O que não elimina a sua existência.
Bom, em seu livro Emanuel Rosen sugere que tiremos vantagem das duas categorias - Goodmouth and Badmouth. Para melhor compreendermos ele sugere a re-categorização em promotores e difamadores por baseado-em-experiência e segunda-mão. Quatro categorias são criadas:
Devemos dedicar especial atenção promotores baseado-em-experiência e escutar os outros pois podem ter algo de valor. Além disso 64% das ocorrências são categorizáveis como Goodmouth, apenas 8% são Badmouth - Alguma pesquisa ocorrida nos EUA. Porém o autor sugere que 8% pode causar muitos danos a imagem e reputação. Ao longo do tempo a reputação pode blindar a organização contra badmouthers.
Nota: O gráfico WEB 1.0 - Hyperlinks somente foi possível com uso do VOSON.
Muito bem, o autor inicia falando de seu interesse por um tema e sua busca por mais livros a respeito deste tema. Algo trivial para quem é pesquisador. Porém, o autor encontrou um livro que parecia ter chamado sua atenção e logo foi analisar a opinião dos leitores. Encontrou a revisão de uma pessoa que afirmava não ter lido o livro, porém classificava o livro como 3 estrelas (em 5). Sua pergunta foi: "But a 3 star review from someone who hasn't even read your book?"
Não existem muitos dados a respeito, então eu, o autor deste Blog, decidi pesquisar qual a extensão desta rede e qual sua visibilidade e popularidade. Enfim, cheguei aos seguintes números, após realizar um Crowler do argumento em inglês "I Haven't Read This Book, But", aproximadamente 40K vértices (páginas da WWW) mencionam ou contém um hyperlink para o conteúdo semelhante ao argumento consultado acima. Destes, 1.5K vértices estão no EUA, Canadá e UK nas páginas da Amazon Books. Em particular a Amazon.UK refere-se a página de UM livro denominado "Who's Afraid of Jane Austen?: How to Really Talk About Books You Haven't Read". Trata-se de uma sub-rede, a rede completa é impossível de ser analisada em meu computador, mas podemos ter uma boa amostra em como facilmente podemos escorregar para uma página que contenha revisões de pessoas que não leram o livro - ver o grafo abaixo.
O grafo acima não contém apenas revisões sem leitura, elas estão misturadas ao conteúdo das revisões. Mas o que interessa é que há um universo de revisões categorizáveis como positivas e negativas - goodmouth or badmouth como Emanuel Rosen as classifica.
Noutra perspectiva, fui ao encalço do mesmo argumento, porém agora no Twitter. Uma ferramenta de internet diferente das páginas da WWW. E cujo efeito é de curto prazo, os posts permanecem na internet pra sempre (como tudo da WWW), mas trata-se de um mensagem curta - 140 caracteres no máximo. Podemos ver o grafo desta rede abaixo.
Foram encontrados 784 vértices (perfis do Twitter) - dos meses de 10 de outubro a 11 de dezembro - com cerca de 144 "mentions" de algum seguidor. Olhando o conteúdo dos posts, pude observar que a tensão não está na opinião sobre algo não lido, a tensão está em sobre não ter lido ainda. Não li todos os tweets, apenas uma amostra aleatória de aproximadamente 10%. Mas ficou claro que se trata de dois universos diferentes. No primeiro os vértices são portais e no segundo os vértices são pessoas. São redes paralelas. No primeiro são buracos onde vc pode cair e acaba por contemplar um conteúdo numa relação indireta com outros usuários. No segundo a relação é pessoa-a-pessoa. Na amostra lida não houve nenhum caso de "badmouth". O que não elimina a sua existência.
Bom, em seu livro Emanuel Rosen sugere que tiremos vantagem das duas categorias - Goodmouth and Badmouth. Para melhor compreendermos ele sugere a re-categorização em promotores e difamadores por baseado-em-experiência e segunda-mão. Quatro categorias são criadas:
- promotores baseado-em-experiência
- promotores segunda-mão
- difamadores baseado-em-experiência
- difamadores segunda-mão
Devemos dedicar especial atenção promotores baseado-em-experiência e escutar os outros pois podem ter algo de valor. Além disso 64% das ocorrências são categorizáveis como Goodmouth, apenas 8% são Badmouth - Alguma pesquisa ocorrida nos EUA. Porém o autor sugere que 8% pode causar muitos danos a imagem e reputação. Ao longo do tempo a reputação pode blindar a organização contra badmouthers.
Nota: O gráfico WEB 1.0 - Hyperlinks somente foi possível com uso do VOSON.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Androids, iPhones and akins - A new walled garden? III #in
Why Cloud Computing is the Future of Mobile: "mobile cloud computing"
OK! A new Buzz Word - "Mobile cloud computing". I can understand that "Cloud computing" is a strong BUZZ, but why "mobile"? The web as platform is becoming a reality with Google DOCs, for instance. But, "mobility" is being pressured by the concept of "nomadic" @ WiFi and its costs per access. WiFi is becoming a real attachment option and the concept of "nomadic - peer to peer" is getting stronger with the multiplication of hot spots - VEx akin.
I can't see "Mobile cloud computing" as a new trend for everybody. Eventually or probably for corporative mobile usage and by force of the law. We can not forget that Mobile Operators has to attend regulatory contracts.
So, chasing how BUZZing is this "Mobile cloud computing", the graph belloow shows the mentions of this MEME in the Twitter until today. Loosely connected.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Marta Matui: Urubus E A Vida Eterna
Marta Matui: Urubus E A Vida Eterna: "Neste exato momento tem dois caras acorren- tados no corrimão da Bienal de São Paulo. Eles protestam contra a existência de dois urubus na e..."
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Crawling Twitter - I
Não, a figura acima não é nenhum tipo de obra de arte. Trata-se da rede de afiliações em torno de um perfil do Twitter. Este grafo... Ahh! Grafo é o nome dado a uma metodologia de análise de redes sociais. Este grafo contém os laços de relacionamento no Twitter do tipo seguidor (follower). Os pontos que concetram muitos seguidores, são chamados vértices de rede. Observem que ser seguido por alguém com muitos seguidores pode render muitas recomendações do tipo pessoa-a-pessoa mesmo que o vértice principal deste grafo (que é uma pessoa) não se dirija a ninguém em especial. Estes são os formadores de opinião e possíveis geradores de MEMES ou Buzz words ou WORM (WORd by Mouth).
Hummmmmm!!!! (-;
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